terça-feira, 25 de novembro de 2014

E tu

Tu chegastes para fazer morada em mim. És tu que povoas o céu de meus pensamentos como borboletas incandescentes. Sem me dá conta deixei que vieste fazer morada em mim. E quando penso em partir percebo a luz que teus olhos têm para iluminar minha jornada. E cada abraço teu me faz seguir num porto seguro que a gente busca inconscientemente com o útero materno, e tua voz me acalenta.
Agora quero te dizer que não deves se prender aos meus anseios por que teu amparo só é de fato grandioso pela espontaneidade dos afetos oferecidos. De novo eu te permito que me segures, ampare e me abrace com aquele abraço que só tu sabes me oferecer, aquele que tenta quebrar a lei da física e de novo eu sossego na tua tranquilidade. E cada riso teu é como as estrelas se espreguiçando no início do dia tomassem conta de meu corpo, dançando em meu estômago fazendo ciranda no céu de meu ser e nessas horas eu morro pra viver outra vez.

2 comentários:

  1. Quando resolveres formatar o poema, conte comigo. Na poesia, eu já conto contigo.

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  2. Viu só, Ana! A tua prosa, não sendo poema, é poesia.

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