segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Alado

Peguei o tapete do Aladim emprestado e fui te buscar só pra ver o sorriso de estrelas no teu rosto. Teus olhos de sol que iluminam meus caminhos, acederam o itinerário que fomos levados a conhecer. Capturei um raio de sol, busquei o doce nas nuvens, e um pedacinho da lua pra te presentar. E não podia faltar um pedacinho de alegria de quintal, assim nosso dia ficou completo. E viajei ao teu encontro, minha alma as well. Por que só quem é clarividente pode ver a claridade de sua alma. Assim, gosto do teu cheiro de mar, do teus olhos de sol quando acordas, e viver como num balanço de rede que não tem o compasso do relógio pra lembrar que o tempo passa. E me lembra uma manhã de natal, e contigo vou me dezembrando para que seja sempre primavera e começo de verão. Com cheiro de mar, flores do campo e riso de estrelas.
E nas voltas que o mundo dá, eu te vejo, e sei do riso que sai escorregando pela sua boca agora. E a gente rir grande feito menino pequeno que recebe brinquedo novo. E somos alados em alma e coração. Por que és como o cafuné sem fim das tardes ensolaradas.

Um comentário:

  1. Ana Débora,

    Não pare de escrever essas maravilhosas reflexões tão vitais quanto o ar que se respira e o fogo que aquece nossas almas de viventes, arrastados que somos pelas correntezas da vida e debaixo desse céu cor de anil que dezembro nos presenteia.

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