quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Apego seguro

O Freud disse que a mãe suficientemente boa é aquela que atende prontamente as necessidades da criança e não aos seus desejos. Uma criança que tem suas necessidades afetivas asseguradas se torna uma adulto seguro afetivamente. Quando não se tem segurança afetiva, a pessoa faz tudo errado,  se submete aos caprichos dos seus para garantir ser aceita no grupo. Isso é perigoso e causa infelicidade. Uma das pessoas mais afetivas que conheço no momento é o Para Francisco e ele passa isso em suas falas para seus fieis.
Esses dias recebi uma mensagem atribuída a ele que diz: "Não chores pelo que perdeste, luta pelo que tens. Não chores pelo que está morto, luta por aquilo que nasceu em ti. Não chores por quem te abandonou, luta por quem está contigo. Não chores por quem te odeia, luta por quem te quer. Não chores pelo teu passado, luta pelo teu presente. Não chores pelo teu sofrimento, luta pela tua felicidade. Com as coisas que vão nos acontecendo vamos aprendendo que nada é impossível de solucionar, apenas siga adiante".
Nessas falas dele tem muito dos ensinamentos do Buda, de Osho, Jesus e tantos outros filósofos que buscam as formas mais eficazes de se buscar a felicidade e a paz interior. Independente de se ter tido ou não o apego seguro. E nas voltas que o mundo dá, uma maneira bem lúdica de definir tudo numa frase é a fala da Dory em procurando Nemo "Continue a nadar, continue a nadar...". Ou mesmo a fala do poeta Fernando Pessoa. "Segue o teu destino, Rega as tuas plantas, Ama as tuas rosas. O resto é a sombra. De árvores alheias. Bom dia a todos.

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