segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Janelas

Há janelas que me cativam, esses dias vi janelas que me chamaram a atenção, noticias de pessoas que querem sobreviver apenas, aquela moça de barro nas casas pelas ruas por onde andei, aquela que logo será demolida para uma construção nova. Janelas que se fecham outras que se abrem. E me descobri casa. E Divaldo Franco abriu outras janelas para um olhar interior na semana espírita ontem.

Divaldo Franco em Conquista - BA.

No texto do Rubem que fala de morangos a beira do abismo há uma certa lição, uma história entre as linhas que valem muito a leitura. E sigo meu rumo, cabelos curtos que o vento insiste em balançar, temperaturas que voltaram a subir, caminhos que tracei para seguir de mãos dadas. E nas voltas que o mundo dá, janelas são como setembro e primavera que se abrem quando precisam e se fecham quando querem. Janelas lembram panelas com sabores a serem desfrutados.

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