segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Lee

Esses dias encantei-me com as histórias da Rita Lee em sua autobiografia, as histórias encantadoras de uma família ítalo-americana e complexo de Cinderela por ser a terceira de três irmãs, além da paixão por pessoas canhotas, como seus ídolos da juventude, em comum temos isso Rita, também admiro e amo pessoas sinistras e tenho dois exemplares em minha casa, o Pedro foi o primeiro neto da minha mãe e o primeiro da família toda. Li o livro sorvendo cada palavra das loucuras da rainha do Rock e cada vez gosto mais dela.


Como é um livro novo e por aqui já tem lista de pessoas para ler não contarei detalhes a não ser que temos em comum a paixão pelo Elvis, os canhotos e uma infância cheia de pessoas queridas que ficaram com tatuagens em nossa memória, tanto que nem mesmo  Alzheimer consegui roubar da rainha.
E nas voltas que o mundo dá, também tenho minhas restrições com os teóricos do antigo astronauta, também imagino o Peter Pan rondando a casa em noites de lua. 

2 comentários:

  1. Ah o Elvis! Esses dias recebi uns bootlegs bem interessantes; o "my boy" - versão live - é encantador, com um "faucet" no final que em "studio" não conseguiu captar. E somos todos assim, meio que "estranhos", primeiros de um lado, e do outro também, para nos dizer que também somos únicos, só não imagino o Peter: eu sou o próprio! E nas voltas que o mundo dá, Débora Mascarenhas nos trás sempre uma leitura agradável. Nunca pare de escrever, senão paramos nós no tempo. Att. Rau Ferreira

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  2. Eita Raul, o James Dean era canhoto, o Elvis não, mas ele continua sendo o The king pra nós né?

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