quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Conflitos

Nesse feriado aproveitamos a folga pra ir ao cinema, o filme conta a história dos macacos que são forçados a travar uma guerra com os humanos. César o macaco líder do bando luta contra os instintos e busca a salvação do seu bando ou o que sobrou dele, enquanto o impiedoso coronel mostra a face mais cruel dos humanos. Também se ver um dos macacos do lado dos humanos e contra os de sua própria espécie. A nobres do César que é um macaco é tão grande em meio aos conflitos que senti vergonha de ser humana.
Ao ver o filme e observar alguns macacos do lado dos humanos lutando contra seus semelhantes, invariavelmente lembrei das palavras de Hanna Arendit quando afirmou que o nazismo  e a escravidão só foram possíveis por que alguns lutavam contra a sua própria gente. Os conflitos de interesse são muitos. 
E nas voltas que o mundo dá, Paulo freire também afirmou certa vez: "Quando o o opressor oprimi o oprimido, o sonho do oprimido e ser opressor." E isso é bem retratado no filme que vale muito uma reflexão sobre os dias sombrios que se vive atualmente. Nos EUA as manifestações nazistas e racistas é uma preocupação para se levar em conta, uma vez que a cultura americana é copiada por tantos em todo o mundo. E como a frase mais notória do livro A menina que roubava livros "Os humanos me assustam".

Um comentário:

  1. Macaco Mau, nome assumido pelo personagem cômico que cresce ao longo do filme, revive os rastafáris, quanto às dreadlocks, embora quase careca, resultante da vida em cativeiro. O filme é lindo e o comparo ao original da literatura francesa e ao filme de 1968. Recomendo, da mesma forma que recomendo esta tua reflexão.

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